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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Viver em Grupo é Difícil?

Um dos grandes desafios da sociedade atual é conviver em grupo de forma harmoniosa, haja vista as diferenças individuais de cada pessoa no seu jeito de pensar, refletir e agir. Nesse sentido, se faz necessário trabalhar essas características individuais, para que as mesmas se tornem comum a todos, cujo intuito é formar objetivos que sejam de interesses de todos os participantes de um grupo.

Quando pensamos em ambientes de ensino, sejam eles presenciais ou virtuais, estamos diante de diferentes grupos de alunos, que em alguns casos possuem os mesmos interesses e em outras situações possuem interesses distintos. Em ambos os casos, o papel do mediador é essencial, no intuito de fortalecer e orientar esses grupos para que assumam seu verdadeiro papel.

Nos cursos a distância, a formação dos grupos é sempre uma grande dificuldade, haja vista as barreiras ainda existentes para a interação entre os alunos nesta modalidade de ensino. Contudo, precisamos mudar tal realidade, pois os grupos também precisam aprender a interagir de forma virtual, trabalhando de forma colaborativa e indo ao encontro dos objetivos coletivos.

Imagem retirada do site: http://conquistarcomo.com.br/

2 comentários:

  1. Grupo social


    Ivone Boechat


    O grupo não é uma simples soma de indivíduos, é um conjunto que nasce, adquire a própria individualidade, evolui. Quanto mais diferentes os indivíduos, mais possibilidades têm de compartilhar uns com os outros das suas experiências. Os iguais podem se atropelar. Quando se tem consciência disto, o grupo sai fortalecido pela troca e pela participação de cada um no crescimento do outro. Do contrário, vão contribuindo para que o ambiente se transforme num palco de "estrelas" e "rejeitados".
    Viver em grupo é, fundamentalmente, importante para o homem. Conviver é uma aprendizagem que deve ser desenvolvida, quanto mais cedo melhor!
    A postura dos integrantes do grupo deve estar pautada, primeiramente, na humildade, porque a participação de cada um é importante,
    A vida em grupo sempre beneficiou a sociedade, ainda mais quando o respeito é incentivado pela educação. Freud concluiu que “aprender a jogar na infância prepara para jogar na vida adulta e principalmente ensina a perder!”
    A convivência estimula o conhecimento, colocando erros e acertos a serviço do fortalecimento moral dos integrantes de um grupo, selecionando as atitudes que certamente darão subsídios necessários à formação de um grupo forte e unido que deve ser a base do crescimento.
    Michel Quoist, no seu livro Poemas para rezar, diz que "Em volta dos buracos os arames dão-se as mãos. Para não romper a roda, apertam com muita força o punho do companheiro: e assim é que, com buracos, conseguem fazer uma cerca". Sugere ainda uma oração para o grupo:
    "Senhor, na minha vida há uma porção de buracos. Há vazios também na vida dos meus vizinhos, mas se quiserem, vamos dar-nos as mãos, apertar bem com força e, juntos, fazer um belo rolo de tela para arrumar o paraíso".

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  2. Grupo social


    Ivone Boechat


    O grupo não é uma simples soma de indivíduos, é um conjunto que nasce, adquire a própria individualidade, evolui. Quanto mais diferentes os indivíduos, mais possibilidades têm de compartilhar uns com os outros das suas experiências. Os iguais podem se atropelar. Quando se tem consciência disto, o grupo sai fortalecido pela troca e pela participação de cada um no crescimento do outro. Do contrário, vão contribuindo para que o ambiente se transforme num palco de "estrelas" e "rejeitados".
    Viver em grupo é, fundamentalmente, importante para o homem. Conviver é uma aprendizagem que deve ser desenvolvida, quanto mais cedo melhor!
    A postura dos integrantes do grupo deve estar pautada, primeiramente, na humildade, porque a participação de cada um é importante,
    A vida em grupo sempre beneficiou a sociedade, ainda mais quando o respeito é incentivado pela educação. Freud concluiu que “aprender a jogar na infância prepara para jogar na vida adulta e principalmente ensina a perder!”
    A convivência estimula o conhecimento, colocando erros e acertos a serviço do fortalecimento moral dos integrantes de um grupo, selecionando as atitudes que certamente darão subsídios necessários à formação de um grupo forte e unido que deve ser a base do crescimento.
    Michel Quoist, no seu livro Poemas para rezar, diz que "Em volta dos buracos os arames dão-se as mãos. Para não romper a roda, apertam com muita força o punho do companheiro: e assim é que, com buracos, conseguem fazer uma cerca". Sugere ainda uma oração para o grupo:
    "Senhor, na minha vida há uma porção de buracos. Há vazios também na vida dos meus vizinhos, mas se quiserem, vamos dar-nos as mãos, apertar bem com força e, juntos, fazer um belo rolo de tela para arrumar o paraíso".

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